Os 7 Riscos Fiscais Que Vão Aumentar com a Digitalização do Fisco em 2026

Os 7 Riscos Fiscais Que Vão Aumentar com a Digitalização do Fisco em 2026
Os 7 Riscos Fiscais Que Vão Aumentar com a Digitalização do Fisco em 2026

Neste blog, você vai entender os 7 principais riscos que devem crescer em 2026 e como se preparar para reduzir impactos antes que eles se transformem em autuações caras.

1. Divergências entre notas fiscais e declarações

Com sistemas mais integrados, qualquer diferença entre o que a empresa emite, recebe e declara será captada quase imediatamente. Ajustes manuais, erros de escrituração e atrasos que antes passavam despercebidos agora têm grandes chances de virar notificações.

Como mitigar: revisar rotinas de conferência e automatizar integrações entre ERP e fiscal.

2. Erros em retenções de impostos

Retenções incorretas de IR, PIS, Cofins, CSLL ou ISS serão identificadas com mais facilidade. A tendência é que cruzamentos entre prefeitura, Receita e estados fiquem ainda mais afiados.

Como mitigar: padronizar critérios de retenção, manter tabelas atualizadas e revisar contratos de prestação de serviços.

3. Riscos trabalhistas que geram impacto fiscal

O Fisco está cruzando dados trabalhistas e previdenciários com maior velocidade por meio do eSocial. Informações inconsistentes sobre folha, vínculos e remunerações gerarão penalidades automáticas.

Como mitigar: revisar parametrizações do sistema e adotar checklists mensais de conferência.

4. Inconsistências no Simples Nacional

Empresas que fazem parte do Simples precisam redobrar cuidados. Diferentes bases de cálculo, anexos equivocados e faturamento mal informado serão capturados no sistema unificado da Receita.

Como mitigar: acompanhar a evolução do novo DTE, revisar enquadramentos e simular cenários antes de cada fechamento.

5. Uso inadequado de benefícios fiscais

A Receita está ampliando o monitoramento de benefícios e incentivos. Qualquer vantagem usada sem respaldo documental, sem cumprir requisitos ou sem atualização legal pode virar autuação.

Como mitigar: manter um dossiê fiscal atualizado e revisar periodicamente os requisitos de cada benefício.

6. Falhas no controle de estoque

Para varejo, indústria e atacado, este é um dos pontos mais sensíveis. Estoque físico diferente do estoque fiscal é um erro clássico que o Fisco vai detectar com mais precisão, especialmente com ferramentas de rastreabilidade.

Como mitigar: integrar compras, vendas e produção e realizar inventários frequentes.

7. Documentação incompleta ou desorganizada

Com a digitalização, o Fisco espera que tudo esteja organizado. Arquivos fiscais, contratos, relatórios e documentos de compliance precisam estar acessíveis e padronizados. A falta de documentação válida pode fazer a empresa perder defesa mesmo quando está certa.

Como mitigar: estruturar pastas digitais, adotar políticas de versionamento e treinar equipes.

Conclusão: 2026 será o ano da precisão fiscal

Com o avanço da tecnologia, o Fisco vai operar com mais agilidade e rigor. O momento de ajustar processos é agora. Empresas que se prepararem terão mais segurança, previsibilidade e menos exposição ao risco. Aquelas que ignorarem as mudanças podem enfrentar um 2026 bem mais caro do que imaginam.

Se sua empresa quer atravessar essa fase com tranquilidade, fortalecer o compliance fiscal é o caminho certo.

A digitalização do Fisco está acelerando de um jeito impressionante. Nos próximos meses, o cruzamento automático de dados vai ficar ainda mais preciso, o que significa uma fiscalização mais rápida e implacável. Para as empresas, isso representa um cenário de oportunidades, mas também um aumento real nos riscos fiscais.

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